Comércio de Natal vai abrir 1 mil vagas de trabalho para atender vendas de fim de ano

Chegou o fim de ano e a busca por presentes movimenta os centros comerciais do Estado. O aumento na demanda para o comércio gera contratações temporárias, que visam atender melhor as vendas. Um levantamento da Câmara de Dirigentes Lojistas de Natal (CDL Natal) mostra que, pelo menos, 1.800 pessoas vão ocupar vagas em lojas de rua e dos shoppings centers. Das oportunidades, 1.000 devem ser ocupadas na capital potiguar.
A gerente comercial Elisangela de Oliveira foi contratada recentemente para estar à frente de um quiosque de perfumaria e cosméticos no Midway Mall e, consequentemente, melhorar as vendas. Recém-chegada de São Paulo com sua família, ela conta que ter experiencia na área ajudou-a a conseguir emprego em Natal.
“Como tenho formação na área e já havia trabalhado para a marca anteriormente, foi mais fácil conquistar a vaga. Acredito que o consumidor está mais exigente com quem vende e, por isso, é necessário que quem procura um espaço no mercado tenha qualificação, além de vontade de aprender”, aconselha.
De acordo com Luciana Minora, franqueada L’Occitane au Brésil em Natal e proprietária do quiosque no qual Elisângela trabalha, até o fim do ano mais contratações temporárias devem acontecer. “Estamos apostando em um fim de ano melhor para o comércio e, por isso, ampliamos a equipe. Além da gerente contratamos mais uma vendedora para atender todos que passarem no quiosque. Quando o fluxo começar a aumentar mais, devemos chamar pelo menos mais uma pessoa”, conta.
Ainda segundo a empresária, as contratações temporárias ajudam no faturamento e servem como um período de avaliação, que pode resultar em contratos efetivos. “Depois que ampliamos a equipe, percebemos um crescimento no faturamento comparado aos meses anteriores. Pela alta movimentação no quiosque, pois ofertamos muitas opções de presentes para essa época de confraternizações, avaliamos nossa equipe e vemos quais devem permanecer após o fim do ano com a gente”, explica.

AgoraRN