Time de futebol feminino de Carnaúba luta para conseguir mais espaço em campo




Há décadas as mulheres batalham por seu espaço na sociedade. E no futebol georginense também não é diferente.


É cada vez mais comum a presença feminina dentro e fora das quatro linhas: sejam elas torcedoras, jornalistas, jogadoras, blogueiras, musas ou árbitras.

Mas será que elas sofrem algum tipo de preconceito?

De acordo com a jogadora Priscila Araújo mais conhecida carinhosamente por "priscilinha", ela afirma que existe certo “preconceito ou machismo”, comentários do tipo: ‘lugar de mulher é na cozinha’ são frequentes em campo disse ela.

Porém elas não desistem e continuam correndo atrás dos seus sonhos, que é fazer com que o time cresça e consiga recursos para manter se de pé. 



O time é novo e conhecido por União Feminina de Georgino Avelino, composto por apenas 22 garotas e desde o início do ano vem ganhando apoio, juntando meninas e crescendo com sua força de vontade e fazendo valer um sonho coletivo de ter um time feminino que possa representar Georgino Avelino em outras cidades.

De acordo com o treinador do time,  Carlos Alexandre (Índio),  o esporte em nossa cidade é de extrema importância, tanto para quem pratica, quanto para nós coordenadores,  secretário e prefeitura, todos envolvidos com esse projeto na cidade e que sempre estamos indo em busca desse objetivo: resgatar o esporte e valorizar ainda mais em nossa cidade, disse o treinador do time.


Elas ficam preocupadas devido o treino ser apenas uma vez por semana, quando na verdade, elas querem treinar ao menos três vezes na semana para ter melhor capacidade e desempenho nos jogos futuros, mais encontra uma dificuldade que é a do campo estar sempre ocupado e elas terem a penas um horário para treino que é aos sábados pela manhã.


Com isso, saem para a cidade de Arês para poder conseguir treinar outros dias da semana.

Porém, elas pedem o apoio de vereadores do município e aos comércios locais para que eles possam ajuda-las a conseguir mais espaço em campo e recursos financeiros, como alguns uniformes.

Elas acreditam que de certa forma o time se tornará reconhecido pela população georginense e as mulheres conseguirão vencer mais uma batalha que é o machismo no futebol feminino.
"Estamos muito satisfeito com a força de vontade de cada uma dessas guerreiras que gostam desse esporte e querem mostrar que futebol não é só masculino e sim também feminino", finaliza Carlos Alexandre.


Serviço:



Quem tiver algum interesse em entrar no time, podem procurar qualquer uma das jogadoras que elas passarão mais informações.

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